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O preço do crédito fácil

Nesta edição do programa Meu Bolso em Dia no Verão, veiculado pela Rádio Beira Mar de Ubatuba, você confere as dicas para usar o crédito sem comprometer sua renda com o pagamento de juros.



Você já deve ter visto por aí ofertas de “crédito fácil e sem burocracia”. Mas fique atento: o crédito fácil pode ter um preço alto. Isso porque os juros são definidos com base na garantia de que as instituições financeiras vão receber o dinheiro de volta. Quanto menos exigências para emprestar o dinheiro, maior o risco de não receber. Portanto, maiores os juros.

Às vezes, as pessoas pagam uma conta alta por não conhecer bem as modalidades de crédito e as taxas cobradas. Como as taxas são diferentes em cada instituição, antes de contratar, pergunte qual é o “custo efetivo total”. Esse custo representa todos os encargos e despesas, incluindo juros, IOF, taxa de administração, taxa de inscrição, etc. Vale a pena pesquisar o “custo efetivo total” em várias instituições e comparar os preços.

Outra dica é conhecer a melhor maneira de usar cada tipo de crédito. Assim, você evita comprometer seu orçamento com o pagamento de juros. O rotativo do cartão, por exemplo, deve ser usado apenas em uma eventualidade. Naquela situação de aperto e por pouco tempo. O mesmo vale para o limite do cheque especial. Essas duas modalidades têm juros elevados.

Outro tipo comum de empréstimo é o consignado, que é descontado na folha de pagamento ou no benefício do INSS. Os juros são menores, mas muita gente se enrola com o consignado. Antes de contratar, veja se a parcela cabe no seu bolso.

Leia a matéria completa: Crédito Fácil? Cuidado, ele pode ter um preço alto. Veja também: Por dentro do Custo Efetivo Total.



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