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Atualizado em: 14 out 2020 às 16h e 55m

Tudo sobre o PIX

Novo sistema permitirá fazer pagamentos, receber e transferir dinheiro de graça em até 10 segundos


O PIX entra no ar em 16 novembro e as instituições financeiras já estão fazendo o pré-cadastro de seus clientes para usar o novo sistema de pagamentos instantâneos  do Banco Central. Com ele, pessoas e empresas poderão fazer operações bancárias a qualquer hora, de um jeito rápido e muito simples.


Para que serve o PIX

Para fazer transferências instantaneamente, pagar pelas suas compras ou realizar pagamentos que anteriormente fazia com dinheiro vivo, 24 horas por dia, todos os dias, inclusive finais de semana e feriados. Para quem vai receber o dinheiro, o PIX é uma mão na roda. O dinheiro entra na hora em que é transferido. O tempo máximo para que isso ocorra será de 10 segundos.

Diferente do DOC e do TED que só funcionam nos dias úteis e em determinados horários, no PIX as transferências são feitas de forma instantânea, 24 horas por dia, todos os dias, inclusive finais de semana e feriados. Você não precisará mais esperar que o DOC caia na conta no dia seguinte (ou até dois dias depois). O dinheiro entrará na hora em que for transferido. O tempo máximo para que isso ocorra será de dez segundos. Boletos, TED e DOC continuarão existindo; o PIX chega como uma nova alternativa a esses meios de pagamentos.


Você poderá usar o PIX para:

  • # Transferir dinheiro para outras pessoas (e receber dinheiro).
  • # Fazer pagamentos em lojas online e estabelecimentos comerciais físicos.
  • # Pagar fornecedores, caso você seja um empreendedor.
  • # Pagar salários e benefícios de pessoas que trabalham para sua empresa.
  • # Pagar impostos e taxas federais, estaduais e municipais.
  • # Pagar a conta de luz. O governo firmou parceria com a Aneel para que o pagamento possa ser feito pelo PIX. Se você teve a luz cortada, por exemplo, o tempo para religar será menor. 


Quanto custa

Esta é a melhor notícia para o consumidor: as transações feitas pelo PIX são gratuitas para o consumidor. Você não precisará pagar uma taxa, como acontece com o DOC e TED. Para as empresas, o PIX terá um custo menor do que outros meios de pagamentos.


Como o PIX funciona

O PIX é operado pelo  Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), mantido pelo Banco Central. O SPI está conectado às instituições financeiras, tanto bancos quanto fintechs, cooperativas de crédito e empresas de pagamentos. O PIX é vinculado a uma ou mais contas ativas que você já possua nessas instituições. Para usar, basta encontrar o ícone do PIX dentro do aplicativo ou internet banking, assim como funciona com DOC e o TED, por exemplo.


O que você precisa fazer para usar o PIX

A recomendação é entrar no aplicativo do banco onde você tem conta e registrar uma chave de endereçamento, vinculando à sua conta um número de telefone celular, e-mail e CPF ou CNPJ, no caso das empresas. Pessoas físicas podem registrar até 5 chaves por conta e empresas até 20 chaves. A chave não é obrigatória, mas facilita todo o processo. Ela funciona como um localizador. Assim, toda vez que for fazer uma operação, você não precisará informar uma série de dados. Usará apenas o telefone, e-mail ou CPF que você cadastrou na chave.


E na hora de pagar ou transferir, o que fazer?

Você só precisa de um celular com câmera e com o aplicativo de seu banco instalado para usar o PIX. Ele irá aparecer como uma opção no app do banco, do mesmo modo que já acontece com o DOC/TED. Basta escolher o PIX. Há três maneiras de fazer uma operação:

# Com chave de endereçamento: digite a chave de endereçamento de quem vai receber o dinheiro, o valor do pagamento ou transferência e sua senha. A transação é imediatamente confirmada e o dinheiro cai na conta da pessoa a quem você enviou ou da empresa a qual você pagou.

# Com código QR: se a loja onde você comprou tiver um QR Code, você pode usar esta opção, que está disponível no PIX para fazer o pagamento. Aponte a câmera de seu celular para o código QR. Em seguida, digite o valor e, logo depois, sua senha.

# Dados pessoais: um terceiro jeito é informar os dados bancários convencionais (nome, CPF, banco, agência e conta) de quem vai receber o pagamento.




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